A lágrima que cai escondida,sangrando a ferida não pode ser esquecida pelo bem de sua vida.
Invento o inusitado, aplaudo o absurdo,lamento o patético, ignoro o absoluto, mergulho no desconhecido, abraço o infinito,sonho,mas realizo...
O zêlo excessivo de resguardar de si mesmo acaba por desnudar a imagem desconexa em olhares sedentos de sentimentos.
Sentindo o sopro do vento triste por não ser colorido em meu rosto alegre pela sensação da liberdade.
O silêncio tem sons dramáticos e assustadores,que absorvem a nossa coragem e nos inspira a cantar a nona num volume ensurdecedor.
Para entender o intenso conteúdo complexo do avesso perplexo e intrínsico da insanidade latente e desconexa absoluta e absorta diluída em suspiros sonoros deflorados do mais profundo escondido sentimento do seu eu mais presente, há de possuir a alma ,corpo e coração com uma alienação absurda da situação em questão.
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário